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28.06 CRÍTICA FILME “O MAIOR AMOR DO MUNDO”
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Maior Amor do Mundo é uma comedia sobre o dia das mães, que apesar de reunir a família para celebrar não existe uma comemoração característica propriamente dita.

Para quem conhece seu idealizador Garry Marshall, já imagina como é o seu formato, pois é, é exatamente assim mesmo, como o longa Noite de Ano Novo, são diversas histórias que de alguma forma se cruzam entre si ao longa da narrativa.

Na trama tem quatro personagens centrais, todos com a maternidade em destaca. Sandra (Jennifer Aniston) é uma mãe divorciada, com dois filhos que nutrem um carinho especial pela atual namorada do pai, causando um enorme ciúme nela. Bradley (Jason Sudeikis) é um pãe viúvo com duas meninas entrando na adolescência e tentando lidar com a tristeza de sua perda sem perder a força de cuidar das filhas. Jesse (Kate Hudson) é casada com um árabe e com um filho pequeno e que ela prefere esconder de seus pais patriotas americanos sobre seu casamento e seu neto para não ter conflito com eles. Miranda (Julia Roberts) é uma escritora de sucesso que abre mão de sua filha para se dedicar à carreira. Paralelo a esses personagens tem outras subtramas que sustentam as histórias dos protagonistas.
O roteiro dos estreantes Tom Hines e Lily Hollander abordam diversos assuntos importantes e delicados, mas de uma forma bem humorada e leve. Alguns deles até por serem polêmicos demais, tem apenas uma abordagem superficial, mas ainda assim dá margem para uma reflexão ao final da sessão. Outro ponto importante do roteiro é não criar drama aonde não precisa, como por exemplo, quando a mãe de uma das personagens descobre que sua filha é casada com outra mulher e que elas já têm um filho, esperto e super inteligente, ou seja leveza ao abordar os temas. Usando um trecho de uma canção do Legião Urbana, o mundo anda tão complicado, as vezes é bom algo escapista para nos fazer sorrir.

E o diretor Garry Marshall (Uma Linda Mulher) que vem se tornando um especialista nesse formato de várias histórias dentro de uma mesma trama, aqui, conseguiu o melhor resultado para um projeto assim, principalmente pelo ótimo texto do roteiro que soube tirar graça de situações bem possíveis dentro das histórias apresentadas. Além disso, o elenco é outro importante acerto para o filme, a química entre eles e a espontaneidade diante de algumas situações bizarras que acontecem, são responsáveis por dar credibilidade e principalmente empatia para os personagens e para a história.

A trilha sonora repleta de canções pop da atualidade, a fotografia solar e a montagem perfeita completam as qualidades dessa comedia leve, e principalmente que conseguiu fazer o necessário que é dar graça para quem está acompanhando.
O roteiro dos estreantes Tom Hines e Lily Hollander abordam diversos assuntos importantes e delicados, mas de uma forma bem humorada e leve. Alguns deles até por serem polêmicos demais, tem apenas uma abordagem superficial, mas ainda assim dá margem para uma reflexão ao final da sessão. Outro ponto importante do roteiro é não criar drama aonde não precisa, como por exemplo, quando a mãe de uma das personagens descobre que sua filha é casada com outra mulher e que elas já têm um filho, esperto e super inteligente, ou seja leveza ao abordar os temas. Usando um trecho de uma canção do Legião Urbana, o mundo anda tão complicado, as vezes é bom algo escapista para nos fazer sorrir.

E o diretor Garry Marshall (Uma Linda Mulher) que vem se tornando um especialista nesse formato de várias histórias dentro de uma mesma trama, aqui, conseguiu o melhor resultado para um projeto assim, principalmente pelo ótimo texto do roteiro que soube tirar graça de situações bem possíveis dentro das histórias apresentadas. Além disso, o elenco é outro importante acerto para o filme, a química entre eles e a espontaneidade diante de algumas situações bizarras que acontecem, são responsáveis por dar credibilidade e principalmente empatia para os personagens e para a história.

A trilha sonora repleta de canções pop da atualidade, a fotografia solar e a montagem perfeita completam as qualidades dessa comedia leve, e principalmente que conseguiu fazer o necessário que é dar graça para quem está acompanhando.
O Maior Amor do Mundo é engraçado e uma ótima pedida para passar com sua mãe esse dia comercialmente feito, porque mesmo clichê o recado, é bom lembrar, que dia das mães é todos os dias.

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